Ao ser "empurrado" pela água, o ar entra nas edificações através do "cavalete" de entrada d'água, passando pelo medidor de consumo d'água (hidrômetro) sendo registrado em metragem cúbica como se fosse água consumida, o que não é verdade. Dessa forma a conta é acrescida com o volume do ar registrado. Além disso, pagamos novamente esse ar através da taxa de esgoto que é cobrada proporcionalmente ao consumo registrado. Dessa forma podemos afirmar que: "pagamos o ar que entra pelo cavalete e ainda pagamos o ar que "sai" em forma de esgoto". |